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Debate na Rádio MEC sobre as Paraolimpíadas Rio2016


Hoje pela manhã estive na Rádio MEC para um debate sobre as Paraolimpíadas, na companhia de Marco Aurélio (apresentador) Sandro Laina (presidente da Confederação Brasileira de Desportos para Deficientes Visuais) e Wagner Gomes (comentarista esportivo da TV Brasil).

Falamos do desporto para pessoas com deficiência, da importância para a mobilidade da cidade e dos avanços em termos de acessibilidade que são esperados com o evento que se inicia no próximo dia 07 de setembro. Quero aqui agradecer pelas mensagens de apoio e pelas de discordância, acho que as Paraolimpíadas são um evento da igualdade e da diferença, a começar pelo fato de se realizar depois dos jogos Olímpicos e não conjuntamente.

Quando se falou na educação da torcida brasileira que não fez o devido silêncio nos jogos olímpicos, muita gente ficou preocupada com o goalball e com o futebol de 5, já que esses esportes dependem da audição dos atletas para o guiso da bola. A resposta veio do meu colega Sandro:
torcida atrapalha jogador ruim. Seja como for, os atletas brasileiros dessas modalidades parecem estar preparados para a participação da torcida sem reclamar de barulho.

O último ano em que estive nas pistas de atletismo foi 1996, de lá para cá muita coisa mudou, as modalidades paraolímpicas aumentaram, os atletas são outros e o Brasil só vem crescendo a cada participação. Desejo todo sucesso rumo ao objetivo da Delegação Brasileira nesta edição: o quinto lugar geral no quadro de medalhas e vamos torcer!

Relembro finalmente, o que tive oportunidade de dizer a quatro anos atrás, quando terminadas as paraolimpíadas de Londres: o esporte é prática que leva a superação de limitações físicas e sensoriais, tornar-se um campeão é motivo de alegria, orgulho e satisfação, porém, o que pode libertar qualquer pessoa no sentido mais amplo da palavra libertação é a EDUCAÇÃO. Neste ponto, em relação às pessoas com deficiência, ainda estamos muito atrás no quadro geral de medalhas, e vários de nossos atletas lutam até hoje por escolarização. Os índices de analfabetismo entre as pessoas com deficiência, segundo dados oficiais, ainda são muito altos em relação ao conjunto da população. É hora também de começar a virar esse jogo, assim como temos virado no quadro geral de medalhas.

Foto: Doutor Josemar Araújo a esquerda participando do Debate na Rádio MEC no dia 05/09/2016.

Fonte e conteúdo no Facebook em: Josemar.Araújo
       
                                             
   
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